domingo, 11 de maio de 2008

Troca de Bebês!!!!

OOOOPS... essa aqui não é a Betina!!! Cadê nossa fiiiilha??? No Dia das Mães, pra provar que mãe é "tudo igual" eu e Ninha trocamos de filhos e dei de mamar pro faminto Gabriel. E viva o leite materno!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Farra com a avó


Quase 25 anos depois...

Foto: Dani com Betina e Dora com Anita. Filhas trocadas!

Era uma vez...

... uma menininha magrela e nariguda, que, com seus onze anos, odiava ir para as festinhas das colegas da escola. Na época, a moda era dançar música lenta e ela quase nunca conseguia um par para dançar. Os meninos, claro, preferiam as gatinhas descoladas que já jogavam charme, vestiam Popcorn e tinham algum peito por baixo do primeiro Valisere. Para passar o tempo - e fingir que estava tudo bem -, ela dava voltar pelo salão do play, pegava um Fandangos aqui, um refri ali... até dar a hora de voltar pra casa. Pois foi numa dessas festas, de alguma dessas colegas - se não me engano da Leka Kuperman, uma dessas gatinhas descoladas -, num desses plays da Zona Sul, que conheceu outra menininha, da mesma série. Lá estava ela: sozinha, sentada no balanço de um parquinho vazio. Claro, o momento era da música lenta e ela, assim como eu, a tal menina magrela, por algum motivo, não queria estar no salão. Ela era gordinha, ruivinha e sardenta. Sentei do seu lado e começamos a conversar. O papo? Não faço idéia. Só sei que em minutos já éramos amigas. Amigas daquelas que nem o tempo nem a distância separam a gente. Daquela quarta série pra cá muita coisa aconteceu: finalmente desencalhamos - ela primeiro e depois eu, passamos vários carnavais na Bahia à base de litros de ligante, ela trocou de escola, voltou pra nossa escola, eu morei fora, voltei, ela entrou pro CISV, eu namorei um baiano, ela um argentino, vivemos ilusões e desilusões amorosas, ela fez crítica de teatro e eu jornalismo, ela foi pra São Paulo, eu virei roteirista e ela crítica de arte, eu pintei o cabelo de vermelho e ela cortou curtinho, eu me apaixonei por um menino de condomínio bonito e sensível e que sabe andar de skate, ela se encantou por um artista sensível, bonito e que ainda toca piano. Ela foi morar com ele. Eu me casei de vestido off-white, com juiz de paz, buquê e bem-casado. Eu engravidei e... ela também! Enjoadas nos primeiros meses, nos refugiamos na Praia do Forte para entender e viver esse momento, ainda muito novo pra gente. Vomitamos juntas, acordamos juntas de madrugada para atacar a geladeira da casa de meu tio, chupamos muita manga, melancia e picolé Capelinha (eu de amendoim e ela de manga). No dia 15 de abril, a minha bolsa estourou às três da madrugada. Betina, minha filha, estava pra chegar. O que ninguém podia imaginar era que, em algum momento ali, naquele paraíso da Praia do Forte, como duas amigas fazendo traquinagem, Betina e Anita combinaram de chegar juntas ao mundo. E foi assim que, ainda na manhã do mesmo dia, Anita fez uma travessura na barriga da mãe e acabou rompendo sua bolsa. Betina nasceu na São José. Anita na Perinatal. Betina de manhãzinha, Anita de tardinha. As duas arianas, as duas cor-de-rosa, as duas lindas, as duas já muito amadas e abençoadas. E assim (re) começa a história de amizade de dois grãozinhos de areia.
Foto: Dani e Dora, no auge dos enjôos, com Anita e Betina nas barrigas, na praia do Forte. 2007.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Carinho de vó

Betina é tão sortuda que tem várias avós!!! Aqui com a vó Helena, mãe da dinda Yula!!! êeeba... mais uma casa pra eu fazer bagunça!

Tudo rosa


Família feliz - e linda!


Olha o meu priminho Nicolas com a mamãe Luana e o papai Vicente! É com ele que vou fazer muuuuuuuita bagunça, né primo??

Duas vezes avô


Eu e meu bisavô Octávio! Ai, que delícia de colo!

Seguuuuura a baaaaaba


A Dama de Vermelho

Ariana, filha de Iansã, Betina fica um LUXO de vermelho!!!! Te mete!

Namoro a três


Flamengo???

Com a chegada da nenê
Tudo pára, tudo cessa
O pai não fala, só grita
E a vovó sorri à bessa.

Ao pai, à mãe e à vovó
Juntam-se amigos e tios
Todos prontos a correr
Se a Betina der um pio!

Ah, a família está feliz
Gente nova nasceu
Mas em vez de ser "Fluminense"
O Flamengo ela escolheu.

Parabéns prá vocês todos,
Fico feliz em saber
Da chegada da criança
Que mais um Canedo vai ser.

(versinhos carinhosos do tio Paulo Maurício com provocação explícita ao pai tricolor)

Vaca Profana

Hoje, no meio do supermercado, me dei conta de que havia esquecido de colocar os tais protetores de seios (com tecnologia flocgel, que absorvem o leite que insiste em vazar nos piores momentos). Achei que ia dar tempo de fazer as compras e voltar correndo pra casa. Mas não deu. Logo veio aquela sensação do leite descendo e a blusa ficando molhada. Não havia como disfarçar, as "rodas de leite" só aumentavam. Num ato impensado, rasguei a lista de compras no meio e enfiei cada metaade em um lado do sutiã. Bom, quem viu a cena deve ter achado que eu não devia bater bem da cabeça. O problema foi lembrar os ítens da lista... voltei pra casa sem o requeijão e os ovos.

domingo, 4 de maio de 2008

A pedidos...

Nossa filha é de uma chiqueeeeeza (c0m0 diz tia Ju Frota)... E não é que tio Alexandre pegou uma ponte aérea especialmente pra conhecer de perto a moça? A grande verdade é que ele veio dar o confere e fazer lobby pra Betina, no futuro, dar uma chance pra Tomaz.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Alvorada

Nunca pensei que eu, dorminhoca nata, fosse um dia ter prazer em acordar várias vezes durante uma madrugada. Uma não, todas... Mas ser acordada por um serzinho faminto, que aperta a chupeta com a força de quem acredita que dali vai sair leite, é uma sensação fora do comum. Em fração de segundos o sono vai embora e você se pega namorando, horas a fio, aqueles olhinhos curiosos. E logo o dia nasce e a gente começa a entender pra que serve a vida.
Foto: raiar do sol, às 6 AM, da janela da minha sala, no instante da mamada.

Eu nada seria... sem amor


Lavando o rabinho...

A avó Beti assume o banho da criança.

O colo do avô John...


O paparico de vó Regina